Confira: Flávio Dino conversa com o Blog Lagoa Grande News e manda mensagem ao povo de Lagoa Grande do Maranhão – MA


O Pré Candidato a Governador Flávio Dino falou ao blog e manda mensagem ao povo de Lagoa Grande do Maranhão.

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O mesmo estava participando do I – Seminário de Comunicação e Mídias Livres que aconteceu sábado, em São Luís no Grand São Luis Hotel.

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Guerra com Mundial faz Universal destinar R$ 60 milhões mensalmente para pagar emissoras de TV, dizem jornalistas


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A guerra entre o apóstolo Valdemiro Santiago e o bispo Edir Macedo levará a Igreja Universal a desembolsar aproximadamente R$ 60 milhões por mês para pagar aluguéis de horários na televisão.

Após o anúncio de que a Band teria aceitado a proposta da Universal para ocupar os horários da madrugada no canal e 22 horas diárias na Rede 21, veículos de imprensa especializados em assuntos da televisão começam a divulgar os valores envolvidos na transação.

De acordo com Lauro Jardim, colunista da revista Veja, a Band receberá aproximadamente R$ 140 milhões da igreja liderada pelo bispo Edir Macedo, o que equivale a cerca de 15% do faturamento anual da emissora.

A informação também foi divulgada por Keila Jimenez, que detalhou os custos da Igreja Universal. Segundo a jornalista da Folha de S. Paulo, serão R$ 7 milhões por mês pelo aluguel do horários no canal 21 e R$ 4 milhões pelas madrugadas da Band, que antes de Valdemiro, eram ocupadas por Silas Malafaia.

Se somados os R$ 41 milhões que o mercado especula que a Universal destine às 32 horas semanais na TV Record, de propriedade de Edir Macedo; R$ 6 milhões pagos à CNT por quase metade da programação diária do canal; e valores investidos na RedeTV!, o total se aproxima dos R$ 60 milhões mensais, que são oriundos dos dízimos e ofertas que os fiéis levam à denominação.

Fonte: gospel+

Mega Gospel Explica: Por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh?


Os novos gadgets estão com baterias mais capacitadas, mas por que a autonomia não aumenta?

Quase todos os dias, trazemos uma série de notícias relatando anúncios e lançamentos de celulares, tablets, notebooks e outros tantos aparelhos eletrônicos que são do seu interesse.

Para facilitar a divulgação das informações, separamos as principais especificações, incluindo detalhes sobre o hardware e a capacidade da bateria.

Acontece que alguns números não dizem muita coisa. Inclusive, muitas vezes, costumamos fazer associações até enganosas entre gadgets usando valores que não representam diretamente uma vantagem para a utilização diária. No caso das baterias, comparamos os aparelhos tomando como base apenas o valor em “mAh”.

Isso nos leva a crer que um determinado dispositivo com bateria de 3.500 mAh é melhor do que outro com componente energético com bateria de 2.800 mAh. Todavia, na prática, isso nem sempre funciona assim. Pensando nessa questão, resolvemos explicar as diferenças de autonomia de bateria entre um gadget e outro.

Afinal, o que é o mAh?

Bom, antes de entrarmos em detalhes sobre a autonomia das baterias, devemos compreender o que é o tal valor mAh e como funciona essa medida. A primeira coisa a notar é que esse número não representa a “potência” da bateria, mas sim a capacidade dela.

O mAh é uma subunidade de carga elétrica que indica a transferência de uma determinada corrente (em miliamperes) ao longo de uma hora. Por exemplo: uma bateria de 2.100 mAh é capaz de transferir até 2.100 miliamperes em uma hora. Simples, não?

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh? (Fonte da imagem: Reprodução/picstopin)

O que exatamente isso representa? Na verdade, não serve para muita coisa. Esse número faz muito mais sentido para a fabricante que precisa realizar cálculos (com base no consumo de cada componente de hardware) e informar valores úteis (de autonomia) ao consumidor. Nós já ensinamos em outro artigo como realizar esse cálculo, confira clicando aqui.

Para quem compra, interessa realmente saber detalhes como o tempo máximo que a bateria aguenta durante a reprodução de músicas, a realização de chamadas e assim por diante. O valor em mAh acaba sendo interessante para que o consumidor tenha apenas uma noção da capacidade total do componente energético.

No dia a dia, normalmente não sabemos o consumo real do aparelho. Alguns softwares até indicam quais componentes e apps estão usando mais energia, mas dificilmente você saberá qual a corrente necessária para que o display do seu aparelho funcione com o brilho em nível máximo.

Não é correto comparar as baterias?

Considerando a bateria como um componente isolado, poderíamos compará-las sem quaisquer problemas (aliás, podemos fazer essa comparação entre pilhas recarregáveis). Todavia, quando comparamos baterias de celulares, por exemplo, pensamos que a maior capacidade indica maior autonomia, sugerindo que uma é melhor que outra.

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh? (Fonte da imagem: Tecmundo/Baixaki)

Acontece que as diferenças de consumo energético entre os celulares impossibilitam essa comparação, portanto se engana quem pensa que uma bateria com valor mAh elevado dura mais do que outra de menor valor — ainda que tal presunção possa ser válida em alguns casos.

Quer ver um exemplo que pode nos levar ao engano? O Samsung Galaxy S4 conta com uma bateria de 2.600 mAh, portanto, de acordo com essa ideia de que o valor mAh representa a autonomia, poderíamos pensar que o S4 tem melhor autonomia do que o HTC One, que conta com uma bateria de 2.300 mAh.

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh? (Fonte da imagem: Reprodução/Phone Arena)

Na prática, as coisas não são bem assim. De acordo com as informações oficiais das fabricantes, a bateria do Galaxy S4 fornece energia para aguentar até 17 horas de conversação. Já o componente energético do One rende ligações por até 18 horas.

Pois é, como você pode ver, o Galaxy S4 tem bateria de maior capacidade, mas ele acaba oferecendo menos tempo de bateria durante os telefonemas. A autonomia inferior do S4 se deve ao consumo excessivo de energia. Aliás, o consumo é justamente a explicação para todo esse assunto.

Quase tudo depende do hardware

Como você deve imaginar, cada componente eletrônico (CPU, GPU, adaptador WiFi) necessita de energia elétrica (tensão e corrente) para funcionar apropriadamente. Acontece que cada celular conta com diferentes dispositivos internos e designs de funcionamento próprios — o que explica os resultados diferentes.

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh? (Fonte da imagem: Reprodução/imore)

Mesmo no caso de componentes idênticos (pegue dois aparelhos quaisquer que tenham o processador Snapdragon 800), podemos notar que, até em casos de similaridade no hardware, haverá resultados distintos.

É importante notar que há alguns componentes específicos que consomem mais energia que outros. É o caso da tela, da conexão com a operadora, do GPS, das redes WiFi, do processador e de outros. Portanto, a autonomia é muito relativa, dependendo muito do que é executado, como acontece a execução de uma determinada tarefa e qual hardware está em uso.

Além das questões de consumo de cada componente, devemos notar que cada aparelho funciona de forma diferente e tem suas formas de otimizar o uso da energia. É complicado comparar aparelhos com telas de tamanhos distintos, baterias mais e menos capacitadas e componentes de hardware totalmente diferentes.

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh? (Fonte da imagem: Reprodução/GSM Arena)

Há alguns produtos, como é o caso do Moto X, que possuem componentes de hardware especiais para melhorar o uso da energia e é justamente por isso que às vezes um celular com a mesma capacidade de bateria que outro consegue ter uma autonomia elevada.

O software desempenha um papel importante

Por fim, devemos notar que o software influencia diretamente no consumo da energia. Um sistema que não é capaz de entender como funciona cada componente e gerenciar todos os itens pode acabar fazendo a energia acabar rapidamente.

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh?Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Ordinary Computer Guy)

O Mac OS X é um bom exemplo de software que sabe fazer bom proveito da energia. A versão Mavericks, por exemplo, conseguiu aumentar a autonomia de bateria dos notebooks da Apple, sem que a empresa precisasse modificar os componentes de hardware ou incluir uma bateria mais capacitada.

Vale notar que a autonomia também depende da quantidade de aplicativos que permanece em execução. É difícil conseguir excelente duração de bateria mantendo Facebook, Instagram, player de música e jogos rodando em segundo plano.

Número irreais

Muitas vezes, a fabricante informou que determinado celular tem bateria capaz de oferecer 10 horas de conversação, mas na prática você não consegue esse tempo. Infelizmente, você terá de se contentar com isso, pois os testes das fabricantes são realizados em laboratórios sob condições bem específicas.

Tecmundo Explica: por que não devemos comparar baterias pelo valor mAh? (Fonte da imagem: Reprodução/GSM Arena)

Moral da história: a capacidade em mAh de uma bateria é importante, mas os resultados na prática não dependem somente dessa característica. O brilho da tela, o uso do processador e outros componentes influenciam diretamente na autonomia. No fim das contas, vale acompanhar análises para conferir como cada aparelho se sai em diferentes atividades.

A grande verdade é que os gadgets de hoje são muito potentes e necessitam de muita energia, enquanto as baterias não acompanharam essa evolução.   Você se lembra dos tijolões que tinham baterias que duravam apenas um dia? Pois é, os atuais aparelhos realizam mais tarefas, mas suas baterias acabam durando apenas um ou dois dias. Parece que precisamos de melhores tecnologias nessa área…

Fonte: Tecmundo

Samsung apresenta conceito de gadgets com tela dobrável [vídeo]


Aparelhos que cabem na carteira e são otimizados para fotografia ou leitura podem ser lançados no futuro

 

 

O Galaxy Round, smartphone curvo da Samsung apresentando recentemente, pode até ser um aparelho inovador na área, mas não é o que o público esperava: um aparelho totalmente dobrável, com a tela flexível e uma série de utilidades.

Dessa forma, em parceria com a OLED.at, a Samsung resolveu mostrar o que pode ser feito no futuro. A empresa apresentou diversos conceitos aplicados em telas dobráveis, mostrando um smartphone que parece inspirado pelos celulares com flip, porém totalmente sensível a toque.

Um possível tablet poderia ser desdobrado, revelando um dispositivo com um display grande que pode ser usado para leitura. A flexibilidade é tanta que seria possível colocá-lo na carteira ou ajustá-lo para ser uma câmera digital.

Por enquanto, tudo não passa de conceito, mas é bom saber que a Samsung já está de olho nessas tecnologias para o futuro.

Galeria de Imagens

Fonte: tecmundo

Como a Bíblia pode servir para descobrir as suas senhas


Além do livro sagrado, a dupla de pesquisadores de segurança Kevin Young e John Dustin se valeu ainda de 15 mil obras de domínio público para compor novos algoritmos de quebra de senha

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De acordo com o seu credo religioso, a Bíblia pode ser apenas um livro orientado para o bem, a moral e um cantinho no mundo pós-túmulo. Mas há quem consiga dar uma utilidade diferente ao livro sagrado do cristianismo. Por exemplo, para descobrir as suas senhas — mesmo aquelas particularmente inspiradas.

É o caso dos pesquisadores de segurança Kevin Young e John Dustin. Conforme revelou um artigo do site Ars Technica, a dupla se valeu não apenas da Bíblia, mas também de grande parte do repositório de livros do Project Gutenberg — obras cujos direitos autorais expiraram — para criar uma enorme base de dados com palavras e frases, a fim de ajudar nas quebras de senhas.

15 mil livros e 344 mil senhas

Como a Bíblia pode servir para descobrir as suas senhasApós utilizar as senhas vazadas da Stratfor, a dupla passou a buscar termos em outras fontes. (Fonte da imagem: Reprodução/Ars Technica)

O resultado, composto por um total de aproximadamente 15 mil obras — às quais se juntou ainda a Wikipédia —, foi então aplicado sobre as 344 mil senhas vazadas no famoso caso da companhia de inteligência Stratfor, resultando em um êxito considerável. Conforme explica o referido site:

“De forma praticamente imediata, uma torrente de senhas consideradas ‘espertas’ se revelou por si só. Nisso se incluíam: ‘Am i ever gonna see your face again?’ (36 caracteres), ‘in the beginning was the word’ (29 caracteres), ‘from genesis to revelations’ (26 caracteres), ‘I cant remember anything’ (24 caracteres), ‘thereisnofatebutwhatwemake’ (26 caracteres), ‘givemelibertyorgivemedeath’ (26 caracteres) e ‘eastofthesunwestofthemoon’ (25 caracteres).”

Como a Bíblia pode servir para descobrir as suas senhas (Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Ao longo do artigo, Young e Dustin explicam como utilizaram ainda o YouTube, o Twitter e diversas outras fontes de dados para acrescentar níveis extras de complexidade às suas técnicas de quebra de senha. Enfim, é melhor tomar cuidado com as suas senhas — sobretudo se você é um rato de laboratório ou foi particularmente bem-sucedido nos estudos bíblicos.

Fonte: Ars Technica

Garota do vídeo íntimo “do WhatsApp” fala sobre a polêmica


Estudante se diz arrasada e chama atenção para o fato de não haver punição para compartilhamento indevido de vídeo

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A jovem preferiu não mostrar o seu rosto. (Fonte da imagem: Reprodução/TV Anhanguera)Recentemente, uma estudante de apenas 19 anos ficou “famosa” por conta de um vídeo compartilhado através do aplicativo WhatsApp. Na gravação feita por celular, ela aparecia em cenas de sexo com o ex-namorado — inclusive, um de seus gestos gerou uma quantidade bem significativa de piadas, a maioria delas publicada no Instagram.

Apesar de parecer algo engraçado para alguns, a garota — identificada apenas como Fran — decidiu conceder uma entrevista que foi divulgada pelo site G1 para contar ao público como se sente. Em primeiro lugar, é necessário dizer que ela precisou mudar o seu visual e parar de frequentar a faculdade e de trabalhar por conta do assédio gerado pelo vídeo íntimo.

Não foi algo fácil…

Durante a conversa, ela contou que se sente arrasada por conta de toda a repercussão que o assunto teve. Segundo a garota, diversas pessoas desconhecidas a ofenderam em diferentes redes sociais (inclusive pelo próprio WhatsApp), sendo que os termos usados para isso colocam em dúvida a sua honestidade e a chamam de prostituta.

Por conta de tudo isso, Fran chegou a receber propostas para que ela fizesse programa — o que afetou até mesmo suas colegas de trabalho. Devido ao assédio digital e físico estrondoso, ela está estudando Design de Interiores através do computador e está há 20 dias sem sair de casa. Além disso, ela também precisou deletar a sua conta no Facebook e WhatsApp.

Fran afirmou que a sensação é a de que ela “morreu em vida” e que apenas gostaria que tudo voltasse ao normal. No entanto, ela diz que não está arrependida do que fez, já que ela namorava o garoto há três anos e todos os seus atos foram por amor — e é claro que realmente confiava no rapaz.

Ajuda nas redes sociais

Garota do vídeo íntimo (Fonte da imagem: Reprodução/TV Anhanguera)

Apesar de tanta dificuldade, logo que ficou sabendo da situação em que estava a sua imagem nas redes sociais, a estudante fez um boletim de ocorrência denunciando o ex-namorado — mesmo ele tendo negado a culpa. Contudo, a garota nota que não há lei específica que condene pessoas que compartilharam material digital de maneira indevido, como no caso do seu vídeo.

E, no final das contas, a internet também está ajudando Fran a “erguer a cabeça”, como ela mesma afirmou. Principalmente no Facebook, há páginas que de apoio, sendo que uma delas já conta com 35 mil curtidas — e a garota desabafa que essa ajuda e demonstração de respeito são bem reconfortantes.

Caso você queira conferir o vídeo completo da entrevista, apenas clique aqui.

Fonte: G1